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O Voto Certo: Iniciativa Liberal

  • Francisco Zagari
  • Mar 7, 2024
  • 2 min read

Antes de discutir propostas políticas, parece-me importante fazer uma reflexão sobre a vida política do nosso país dos últimos anos. Recentemente temos assistido a taxas de abstenção altíssimas, “geringonças” pós-eleitorais e o apelo ao voto útil. Neste contexto, surge a dúvida se o nosso sistema eleitoral é o mais adequado e representativo para as necessidades de um povo, que já está há vários anos à espera de uma mudança real no que toca a decisões governamentais.

 

O método de Hondt, o sistema utilizado para a contagem dos votos em Portugal, faz com que centenas de milhares de votos não sejam convertidos em mandatos para a Assembleia da República, centralizando o poder nas grandes cidades, Porto, Lisboa e Braga, prejudicando assim a liberdade de voto no resto do país, especialmente nos pequenos centros que têm muitos menos mandatos para atribuir à Assembleia do que as grandes cidades, facilitando assim o monopólio político do PS e PSD.

 

Porém, no meio do vazio político da nossa história recente, surge um partido cuja prioridade é pôr os portugueses no centro do país: a Iniciativa Liberal. Promover habitação acessível, a reforma do sistema eleitoral, mais rigor na educação, ter mais opções, que não sejam listas de espera intermináveis, no que toca à saúde, reforma da função pública (100 mil novos funcionários públicos nos últimos 9 anos sem melhoria visível dos serviços) e priorizar o crescimento económico através da redução drástica dos impostos, aumentando assim os salários e viabilizando um mercado livre. Não há uma destas propostas que me pareça particularmente descabida, considerando o facto que já foram testadas, e com sucesso, em vários países europeus principalmente na península escandinava, que não por acaso é uma das zonas mais ricas da Europa.

 

Aproximando-nos de uma data importante como a do quinquagésimo aniversário do 25 de abril e da consequência dos 50 anos da instauração da democracia em Portugal, é fulcral olhar para o futuro do nosso país. Nós como portugueses temos a fama de ficar sempre para trás no que toca a modernização, avanços tecnológicos e progresso no geral, mas 10 de março é dia de inverter esta tendência. Não nos podemos, e não nos devemos contentar com a mediocridade e ceder à vontade dos grandes partidos na esperança que eventualmente mudem alguma coisa. Acima de tudo, é pelas suas propostas que a Iniciativa Liberal é muito popular na faixa etária mais jovem. Está na altura de voltar a pôr os jovens portugueses no centro do país, de deixar de ser um ponto de partida, mas passar a ser também um ponto de chegada.

 

Mesmo assim, muito provavelmente Rui Rocha não vai ser o próximo primeiro-ministro português, mas nem por isso deixa de ter um lugar privilegiado à “mesa dos grandes”. A possibilidade da direita voltar, através de uma coligação AD-IL, torna-se, a cada dia que passa, uma possibilidade concreta e uma oportunidade única para que a Iniciativa Liberal mostre com mais peso que é verdadeiramente capaz de transformar o país, na esperança de que um dia possa trazer a mudança que Portugal precisa. Para isto, o único voto útIL que interessa é o voto na Iniciativa Liberal.

 
 
 

1 Comment


Guest
Mar 08, 2024

A clareza da opinião expressa poderá e deverá levar muitos jovens a entender que o Futuro de Portugal lhes pertence e que é por esse Futuro que se devem empenhar agindo activamente em prol da causa pública

A escolha deve corresponder aos seus anseios e recair naquele que melhor assegura a possibilidade de concretização.

A todos um bom e consciente voto

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